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COLOCANDO SUA EMPRESA ON LINE
Novas tecnologias estão criando novas possibilidades permitindo que os negócios
se tornem universais alcançando um número maior de pessoas.
Esta tecnologia abre novas possibilidades e oportunidades para os empreendedores
e, apesar de estar transformando o mundo, ainda baseia-se nos princípios
comerciais tradicionais.
A CreativeMidia é uma empresa que planeja, projeta e desenvolve comunicação
digital, institucional e de negócios, para internet e multimídia. Com mais
de 80 projetos desenvolvidos no Brasil e no exterior, tanto de multimídia
como de internet - conheça nosso portfólio no endereço www.creativemidia.com.br
- aprendemos que a implementação destas soluções é complexa e árdua, exigindo
completa colaboração entre todos os atores envolvidos no processo.
Nesta seção do nosso site estamos colocando a disposição dos nossos visitantes
informações que possam ajuda-los a compreender todo o potencial da internet
como mídia de comunicação, marketing e negócios. O uso que você pode fazer
destas informações estão definidas em nossa política de Normas de Uso.
As explicações a seguir são tratadas de forma simples para o entendimento
de pessoas leigas no assunto.
É importante uma leitura seqüencial para o entendimento do conjunto destas
informações.
Caso tenha alguma dúvida por favor comunique-se conosco pelo e-mail:
cmidia@creativemidia.com.br
O Futuro da Internet é Local
O que é a Internet
O que é a Web
Como funciona a Internet
Serviços disponíveis na Internet
Como a CreativeMidia pensa a Internet
Negócios na Web
Estudo de Casos
Consultoria de projetos
O FUTURO DA INTERNET
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Por Luís Marins *
Qual o futuro da Internet? Abro o jornal, ligo a televisão e só
vejo e ouço falarem da Internet. Todos dizem que só existirão dois tipos
de empresa daqui a 5 anos - as que estarão na Internet e as que simplesmente
não existirão.
Fico pensando na pequena e média empresa. Como estar na Internet? Como fazer
a minha loja, a minha ótica, o meu supermercado, o meu restaurante, a minha
agência de viagem ou sei lá qual tipo de empresa que eu tenha, possuir um
site na Internet? Vejo os preços e vejo que a Internet não é para mim! Como
vou ter um site da minha empresa num provedor nacional, mundial, global
se minha empresa é apenas local? De que me adianta ter uma página da minha
empresa na Internet que possa ser acessada em Manaus ou Nova York? Meus
clientes estão aqui, na minha cidade!
Acredite: O futuro da Internet é local!
O "presente" da Internet é "global" - amazon.com, aol.com, etc. Mas o "futuro"
é do tipo www.sorocaba.com.br um provedor local que possibilita que empresas
pequenas e médias (e mesmo grandes) locais possam ter acesso à Internet,
comunicando-se com seus clientes reais (e não virtuais) que moram e vivem
numa comunidade local.
Com a integração total dos meios - computador, televisão e telefone - e
a internet nos aparelhos de televisão de todas as casas com grande rapidez
(banda larga) e a cada dia mais barata, o cidadão vai querer acessar a internet
para imprimir o boletim da escola de seu filho, para saber o preço do televisor
na loja que conhece, para escolher a sua roupa e encomendar no alfaiate
que já conhece, para pedir uma pizza e fazer a reserva num restaurante de
sua preferência na sua cidade ....
Procure um provedor local na sua cidade, na sua região. Entre na internet,
sem medo, fazendo uma página simples de sua empresa, objetiva, sem muitas
figuras que demoram em aparecer na tela. Você verá que muitos clientes procurarão
informações da sua empresa pela internet. Mas, cuidado, não caia na tentação
de sofisticar, de fazer coisas caras porque você se desestimulará e o resultado
será quase o mesmo da simplicidade e objetividade.
* professor, Ph D. em Antropologia pela Universidade
de Sydney (Austrália) e Pós Doutor em Macroeconomia pela London
School of Economics (Inglaterra).
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O QUE É A INTERNET
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A Internet surgiu à cerca de 30 anos como um projeto do Departamento de
Defesa dos Estados Unidos, com o objetivo de permitir que os diversos computadores
espalhados pelo país, pudessem transferir informações entre si.
O grupo encarregado desta tarefa foi o DARPA - Defense Advanced Research
Projects Administration (Administração de Projetos de Pesquisa Avançados
de Defesa).
O DARPA criou uma rede (net) inteligente para interligar estes computadores
e que pudesse se recuperar sozinha em caso de problemas como: falta de energia,
interrupção das linhas de comunicações e ataques nucleares. Esta rede passou
a ser chamada de Darpanet.
Com o passar do tempo o governo dos EUA entendeu que esta rede poderia ser
útil também fora da área de segurança nacional. (Em 1969 somente 15 computadores
estavam interligados. Em 1970 39 computadores se interligavam. Hoje 800
milhões de pessoas estão conectadas.)
O governo passou a interligar as Universidades Americanas através desta
rede. A partir desta data a rede passou a ser chamada de Arpanet. Nos anos
seguintes gerações de estudantes e cientistas passaram a utilizar e aperfeiçoar
esta tecnologia que veio então a se transformar na Internet.
Tecnicamente a Internet não é uma rede de computadores. Na realidade ela
é uma rede formada por várias outras redes de redes.
Conforme explicado nos tópicos acima, a Internet era um projeto do Governo
Americano e financiada através de impostos. Hoje o governo não está mais
envolvido. Apesar de ser ainda um dos maiores usuários ele, o governo norte
americano, não financia mais custos de desenvolvimento nem de manutenção
da rede. A Internet é também auto-suficiente financeiramente. Como isto
é possível?
Redes locais em todo o mundo trocam informações ligadas por linhas telefônicas,
fios, cabos de fibra ótica, transmissores e receptores de microondas e satélites
em órbita da terra.
Na existe uma pessoa ou corporação que seja dona da Internet. No entanto,
os fios, cabos, satélites, etc, que transportam os dados de um lado para
o outro pertencem a alguém.
As linhas de transmissão que se estendem entre os países e cidades, pertencem
as grandes empresas de telecomunicações. Por exemplo: Embratel, AT&T,
Portugal Telecom, etc.
Um Provedor de Acesso à Internet, é uma empresa que compra uma linha de
transmissão de uma empresa de telecomunicação e depois a divide e revende
canais desta rede para empresas ou indivíduos. A linha principal de uma
empresa de telecomunicações em um país, onde as linhas secundárias são ligadas,
é chamada de Backbone.(Espinha dorsal).
Empresas e pessoas que formam esta corrente pagam proporcionalmente por
sua parte na Internet. Quem quiser pode revender partes do seu acesso para
terceiros e assim iniciar uma nova rede dentro da rede.
Os processos específicos e os detalhes técnicos de como os dados trafegam
entre os computadores não são visíveis para os usuários comuns e não cabem
aqui nesta explanação sintética.
Para dirigir um automóvel não é preciso saber como funciona o motor, mas
é necessário saber que é preciso colocar combustível e trocar o óleo lubrificante.
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O QUE É A WEB (WORLD WILD WEB)
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No início a Internet carregou a fama de ser uma tecnologia difícil de ser
entendida e utilizada pelas pessoas fora da área técnica.
Para a maioria das pessoas, ela era confusa e tinha um visual feio se comparado
aos sofisticados e práticos softwares (programas de computador) que tinham
uma interface (tela aonde o usuário interage com o computador) atraente,
tanto em termos estéticos como em flexibilidade operacional.
A World Wide Web (Teia de Alcance Mundial) veio modificar estes conceitos.
Na prática, sem tecnicidades, podemos descrever a Web (teia) comparando-a
ao sistema operacional que faz os computadores funcionarem. Mal comparando,
somente para efeito de entendimento, a Web seria o Windows da Internet.
Na realidade a Web é um programa que cria um protocolo (código) que permite
o envio de arquivos de dados, textos, fotos, vídeos e áudios em forma de
pacotes. O conjunto destes pacotes, também conhecidos como páginas formam
um site. A primeira página deste site é chamada de home page.
Estes pacotes, que contem as informações disponíveis nos arquivos que trafegam
na Internet são, digamos assim, traduzidas pela Web e mostradas de uma forma
mais atraente e fácil através de um browser (paginador, folheador, exibidor).
Um browser é um programa que sabe recuperar "páginas" de texto, som e imagens
de outros computadores e mostrá-las através de uma tela com visual amigável.
As "páginas" da Web são arquivos residentes nos milhares de computadores
conectados na Internet. Estas páginas contem símbolos chamados links (vínculo,
conexão) que indicam onde estão as páginas solicitadas.
Um link normalmente é uma palavra ou frase e neste caso aparece sublinhado.
Pode também ser uma imagem (desenho, foto, símbolo, etc). Normalmente quando
a seta do mouse passa sobre um link, a seta se transforma em uma mão e o
link apresenta alguma alteração de cor, brilho, tamanho, texto, etc.
Para atender aos pedidos de páginas quando elas são solicitadas por um browser
existe no computador um outro programa chamado de servidor Web. O servidor
Web fica aguardando os pedidos de páginas web feitos pelo browser. Quando
chega um pedido, ele procura o arquivo solicitado e o envia para o browser.
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COMO FUNCIONA A INTERNET
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Conforme explicado anteriormente, a Internet é um conjunto de redes conectadas
umas às outras através de caminhos que facilitam a troca de informações.
Estar conectado à Internet é que permite acesso a estes caminhos. Usando
estes caminhos um computador pode enviar pacotes de dados através destes
caminhos a qualquer outro computador que também esteja conectado à Internet.
Um computador pode acessar a Internet de diversas maneiras. A mais comum
é discando para um grande computador conectado à Internet. Normalmente este
grande computador pertence a um serviço comercial de acesso, conhecido como
Provedor de Acesso.
No processo de discagem o sinal sai do computador e é transformado em um
dispositivo chamado Modem (Modem=modulador demodulador). Existe o Modem
interno, que se encontra dentro do computador e o Modem externo. O Modem
transforma os sinais de computador em sinais telefônicos e sinais telefônicos
em sinais de computador.
Após ser processado por este dispositivo o sinal segue para a companhia
telefônica que o envia para o Provedor de Acesso.
O Provedor de Acesso, que possui uma linha de grande velocidade e capacidade
alugada a uma empresa de telecomunicação, utiliza esta linha para enviar
os dados para outro computador que esteja conectado à rede.
As linhas, chamadas BackBone (espinha dorsal), se interligam através de
cabos submarinos, transmissores de microondas, satélites, cabos de fibra
ótica, ondas de rádio, etc.
Quando o computador, através do browser (folheador, exibidor - na realidade
o browser é um programa que permite navegar na Internet), envia o pacote
de dados, ele indica o endereço do computador de destino. Este endereço
é o que digitamos na área do browser destinada a isto.
Quando a mensagem chega ao BackBone de destino todo o processo é executado
em ordem inversa. (BackBone, Provedor, Companhia telefônica, Modem, Computador
de destino).
Caso tenha alguma dúvida por favor comunique-se conosco
pelo e-mail: cmidia@creativemidia.com.br
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SERVIÇOS DISPONÍVEIS NA INTERNET
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Serviços para o usuário:
· Correio eletrônico
· Transferência de arquivos
· World Wide Web
· Salas de bata-papo
· Fóruns de discussões
· Serviços de notícias
· Terminal virtual
· Recuperação de informações
Serviços comerciais:
· Servidores de correio eletrônico
· Servidores de FTP (File Transfer Protocol - Protocolo de Transferência
de Arquivo)
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COMO A CREATIVEMIDIA
PENSA A INTERNET
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A rede mundial de computadores, Internet, pode e deve ser encarada como
ferramenta complementar de comunicação e de captação de negócios.
Planejar a presença de uma empresa na grande rede somente para marcar presença,
e deixar este meio fora das estratégias da empresa, pode significar desconsiderar
uma parcela da população que dispõe de poder aquisitivo, e é também formadora
de opinião.
A Creativemidia sabe que a Internet está criando novas tendências no marketing
mundial, tanto na prestação de serviços como na oferta de conteúdo e conhecimento.
Esta nova ferramenta leva em conta a identidade de cada empresa, sua linha
de comunicação, seus trabalhos com as mídias tradicionais e as necessidades
detectadas pelos clientes, o que resulta em soluções de comunicação através
da Internet, que mesclam redação/criação e atendimento aos clientes, ao
planejamento de marketing "online" específico de acordo com objetivo traçado.
Nem toda empresa é capaz de gerar rendimentos através da venda direta "online".
Mas uma presença "online" pode ser eficaz na redução de custos bem como
um veículo de "marketing" e de atendimento ao consumidor, mais barato e
eficiente.
· Com a Internet, qualquer empresa é uma multinacional, porém, a competição
não é mais somente com o vizinho, e sim com o mundo todo.
· Na Internet o capital intelectual e o conhecimento fazem a diferença.
Quem vence não é o maior ou o mais rico e sim o mais rápido.
· Problemas de tráfego e a violência crescente nas cidades, levarão as pessoas
cada vez mais a saírem menos de casa.
· O desafio é que se trata de uma forma inteiramente diferente de fazer
negócios, e isso causa uma mudança geral nas regras.
Para a Creativemidia:
1. As empresas não devem estar na Web somente para se expor, mas para obter
resultados.
2. O conceito self-service atrai pelo conforto proporcionado ao cliente.
3. Os consumidores devem ser recompensados de alguma maneira por fornecerem
dados pessoais nos sites.
4. Os consumidores comprarão somente os produtos ricos em informações.
5. Marcas mais conhecidas valem mais na Web.
6. Rapidez é regra fundamental.
7. O Site deve se adaptar e se atualizar constante e continuamente ao mercado.
8. O assinante de TV a cabo tem acesso a Internet em banda larga*.
9. A empresa deve desenvolver uma logística específica para atender a demanda
dos negócios on line.
10. Com a diminuição dos preços dos processadores, os eletrodomésticos através
da Internet, estarão, brevemente, "on-line" com os "sites" das fábricas.
* Capacidade de transmissão de dados, quantidade e velocidade, através de
uma conexão.
Caso tenha alguma dúvida por favor comunique-se conosco pelo e-mail:
cmidia@creativemidia.com.br
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NEGÓCIOS NA WEB
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Mesmo o menor negócio pode competir no mercado global da Internet
Com a Internet, qualquer empresa é uma multinacional. Contudo a competição
não é mais somente com o vizinho.
Problemas de tráfego e a violência crescente nas cidades, levarão as pessoas
cada vez mais a saírem menos de casa. O desafio é que se trata de uma forma
inteiramente diferente de fazer negócios. E isso está causando uma mudança
geral nas regras.
A Empresa pode ser uma pequena empresa que deseje crescer, ou uma grande
empresa que deseje competir globalmente. Em qualquer dos casos o futuro
desta empresa deve incluir negócios online. Transações entre empresas responderão
por 80% do comércio online no ano 2001.
O comércio online entre empresas vai concretizar o que o economista Adam
Smith imaginou como a "economia sem atrito", na qual o custo das transações
será mínimo, o que vai estimular o comércio.
Uma empresa que deseje vender roupa íntima na internet precisa antes ser
uma boa companhia de confecções de roupas íntimas na economia tradicional.
Não é a existência de um site atraente na internet que ela obterá sucesso
no comércio online.
As empresas podem utilizar a internet para:
Conceitualmente
· Imagem institucional moderna
· Melhor atendimento ao cliente
· Tornar-se mais visível
· Maior abrangência e expansão no mercado
· Negócios online
· Ampla universalidade na distribuição de informações
· Redução nos custos de comunicações
Operacionalmente
· Redução de custos
· Marketing (pré-venda)
· Propaganda, mala direta, distribuição de folhetos, pesquisa de mercado
· Qualificação
· Recrutamento, treinamento, avaliação
· Suporte ao cliente (pós-venda)
· Atendimento ao consumidor, suporte técnico, atualização de produtos
· Informações atualizadas "online" eliminando gastos com postagem
de mídia Privada (e-mail)
· Comunicação com funcionários, clientes, fornecedores
· Geração de renda através de uma loja virtual
· Bens de consumo duráveis
· Produtos que requerem entregas físicas
· Bens de consumo voláteis
· Softwares
· Serviços
· Coleta de informação, consultoria
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ESTUDO DE CASOS
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Fonte: Revista Internet Business
O comércio eletrônico entre empresas, cresce a cada ano, e economiza tempo
e dinheiro.
Caso 1: General Eletric
Desde que passou a fazer compras pela Web, em meados de 1996, a empresa
conseguiu reduzir em 30% o custo de compra e em 50% o número de etapas cumpridas
para fechar um negócio.
Mais da metade dos funcionários departamento de compras foi redirecionado.
Os que ficaram se viram livres da burocracia das cotações e pedidos, ganharam
8 dias de trabalho ao mês para se dedicarem em outras atividades estratégicas.
O Comércio Eletrônico entre empresas deverá superar US$ 1,5 trilhão em 2004,
segundo estudos do Banco Goldman Sachs de Investimentos.
Caso 2: Breda
A Breda e outras 25 empresas do grupo Áurea decidiram só atender o fornecedor
pelo computador.
Adotaram um sistema eletrônico para reunir todas as compras necessárias
à manutenção de boa parte de uma frota de 6 000 ônibus do grupo, formado
por 35 empresas, que transporta diariamente mais de 1,2 milhão de passageiros
por todo o Brasil.
Desde então, as compras de componentes, autopeças, pára-brisas e acessórios,
além de material de escritório e ferramentas, que eram feitas diariamente
e isoladamente pelas 26 empresas, passaram a ser concentradas nesse sistema
virtual.
"Agora, há somente três grandes compras por mês, que totalizam cerca de
3 500 pedidos", diz Paulo Coelho, gerente de informática da Breda.
Resultados?
As 39 pessoas que trabalhavam no departamento de compras foram reduzidas
a 3. Os custos do grupo caíram 15% e os 300 fornecedores se reduziram a
100. O processo de compra, que durava sete dias úteis, hoje não passa de
dois. Se há qualquer pedido de urgência, o sistema tem condição de descobrir
o fornecedor, e o preço da última compra, do item em falta.
"Minha vida melhorou muito, porque controlo mais a negociação e a compra.
Você não fica mais na mão de um fornecedor, pois tem mais informação sobre
o preço de vários outros", diz Emílio Carlos, um dos três compradores da
Breda que opera o sistema desde que foi instalado.
Isto é possível em outros setores? Imagine uma operação eletrônica entre
empresas de um setor tão pulverizado e cheio de concreto, tijolo e poeira
quanto o de construção.
Caso 3: Trajeto Construções e Serviços
A Trajeto Construções e Serviços, que reforma prédios, algo imprevisível
e difícil de planejar, também já não vive sem a Internet. Ela compra de
clipes de papel a tubulações de água e outros materiais de construção pelo
computador. Na Trajeto, não há nenhuma compra que não seja feita de forma
eletrônica.
A empresa, que toca 20 obras no Estado de São Paulo, onde tem sede, conseguiu
fazer com que o tempo entre o pedido e a entrega do material - um caminhão
de areia, por exemplo - caísse para 72 horas.
Antes de adotar o sistema de cotação eletrônica, esse ciclo variava de 7
a 10 dias úteis. A equipe de compras foi reduzida a um terço. O único funcionário
que restou no departamento consegue atualmente fazer todas as compras do
dia em meio expediente. "Além disso, ganhamos competitividade", diz Cláudio
Daud, sócio-diretor da Trajeto.
"Hoje entro em dez concorrências e ganho pelo menos três. Antes, ganhava
uma."
A redução de custos com a compra de materiais de construção e para o escritório
chegou a 15%, e ainda houve vários outros ganhos. "Deixamos de parar obras
por falta ou atraso na entrega do material, pois passamos a controlar de
forma mais direta o desempenho dos fornecedores", diz Daud.
Se alguém atrasar ou falhar, é excluído do banco de dados que o sistema
deixa armazenado, com informações de preço, cotação e compras realizadas
de cada fornecedor.
Mesmo as empresas que mantiveram os tradicionais guichês de atendimento
dos fornecedores e migraram apenas as compras indiretas (não ligadas à área
produtiva) para o ambiente virtual estão registrando resultados consideráveis.
Caso 4: Karina Cosméticos
Vejamos a experiência que envolve a fabricante do primeiro condicionador
de cabelo do Brasil, o Neutrox, marca tão antiga que, nas pesquisas de mercado,
concorre com ícones tradicionais de consumo como a Maizena e o bombom Sonho
de Valsa.
Pois bem, a Karina Cosméticos, que pertence ao grupo empresarial que fabrica
o Neutrox, vem usando um sistema eletrônico apenas para compras indiretas.
Lá, a conversa não soa diferente. A Karina registrou 12% de redução de custos
em relação ao método tradicional de compras, que envolvia telefones, fax
e visitas de fornecedores. O ciclo de compras caiu de cinco dias úteis para
48 horas.
O leque de fornecedores foi ampliado, aumentando a eficiência da compra.
"Antes, consultávamos 120 fornecedores. ". A partir da rede eletrônica,
conseguimos atingir 1.500, além de ganharmos pelo menos 30% de tempo na
negociação ", diz René Lopes Pedro, gerente-geral da Karina Cosméticos.
Pedro lembra que há três anos, quando não usava a rede de computadores para
nada, chegava a consultar as Páginas Amarelas para buscar uma mercadoria:"
Eu dependia da boa vontade de alguns fornecedores, e ficava vinculado a
eles. Agora, ganhei autonomia e consigo praticar as condições de mercado
que me favorecem "".
Essas são experiências reais de como a Internet vem afetando a relação entre
vendedores e compradores. Em alguns mercados, os fornecedores perderam exclusividade
e viram seus antigos domínios de mercado atacados por concorrentes.
"Você promove uma briga entre os fornecedores", afirma Emílio, comprador
da Breda.
Eis o que diz Saber Calil Filho, sócio-diretor da Calil Comércio e Importação,
fornecedora de material elétrico da Breda: "Minhas margens de lucro diminuíram
bastante. Mas não tenho do que reclamar, porque também aumentei minha carteira
de clientes. Passei a vender para empresas com as quais não tinha nenhum
contato"
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Informativo: Setembro/2007
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Mudar de Verdade
União de forças jovens insatisfeitas com a corrupção política, a demagogia, a hipocrisia social, a violência, a marginalização do jovem, a falta de perspectivas, a discriminação, usando a mídia internet para divulgar os seus anseios.
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