Soneto à mulher
Delírio constante de uma inconstância; Fonte inebriante dos desejos meus; Crença inaudita, predita: És Deus! Plena e justa, seja em Ti, a tolerância.
Amo-te agora e desde minha infância; Quando dormindo sonhava em ser teu. E, nos braços paternos do eterno Morfeu, Voava seguro de Tua importância.
Que sou além de capacho? És feia? Não acho. Que pensem assim...
Forte És e segura; Virgem da lua Sem Ti é meu fim.
Fortaleza-Ce, em 1992.
Nijair Araújo Pinto
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